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Uma operação integrada, na tarde de terça-feira (30/5), das Policias Civil (PJC), Militar (PM), Rodoviária Federal (PRF) e Federal (PF) resultou na prisão de índios que estariam cometendo crimes de saques e cobrança indevida de pedágios na Br 070 próximo ao distrito do Paredão Grande.

Um comboio de viaturas chegou por volta das 17 horas em Barra do Garça trazendo os índios detidos nesta operação coordenada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendendo solicitação de motoristas e entidades de classe revoltadas com os pedágios e saques que vem ocorrendo no trecho de Barra do Garças a Primavera do Leste.

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Na semana passada, os índios passaram dos limites e saquearam passageiros de ônibus que fazia a linha Barra/Cuiabá. A reclamação foi feita oficialmente pelo Sindicato dos Transportadores de Mato Grosso (Sindmat) que emitiu nota cobrando providencias das autoridades.

Os índios começaram a cobrar pedágio alegando que precisam de dinheiro para comprar remédios e comida; todavia esse argumento se tornou um pretexto segundo os motoristas para saques e até mesmo assaltos que vem ocorrendo nas rodovias de MT.

Os índios detidos para averiguação durante a operação desta terça-feira vão prestar informações na Federal sobre as cobranças que estariam sendo feitas e até mesmo as denuncias de saques nas rodovias.

As Br 070 e 158 são as rodovias que ligam a região do Araguaia até a capital Cuiabá e ao estado vizinho de Goiás.

Índios acusados de saques e roubos nas Br 070 são presos em operação integrada

 

Fonte: Araguaia Notícia

Um policial militar, ainda não identificado, foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (16) ao se envolver em uma discussão de trânsito e efetuar um disparo em um veículo conduzido por um médico, na rotatória da Avenida Jardim Itália com a Trabalhadores, em Cuiabá.

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De acordo com informações preliminares, o médico, que estava em um Pajero preto, falava ao telefone com um paciente que estava em grave estado de saúde, passando instruções de emergência. Por conta de um fechamento, o médico e o sargento da PM, que pilotava uma moto, começaram a discutir.

Irritado, o policial sacou uma arma e efetuou disparos, atingindo o interior do Pajero.

Conforme a assessoria da Polícia Militar, uma viatura flagrou o momento em que os disparos foram efetuados, conduzindo o PM ao Cisc Planalto em seguida. O paciente que precisava do médico supostamente acabou falecendo.

A motivação da briga de trânsito não foi esclarecida, mas provavelmente aconteceu por um “fechamento” dos veículos envolvidos.

Ainda de acordo com a assessoria, o sargento não usava farda quando efetuou os disparos.

Um inquérito será aberto na sindicância para analisar a conduta do policial. Ele esta detido preventivamente.

 

 

Fonte/Foto: MidiaNews

Em três dias, quase 1.500 quilos de droga foram apreendidos pelas instituições de segurança, em Mato Grosso. A maior carga, de mais de 500 kg de cocaína, foi apreendida pela Polícia Federal e pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron), na segunda-feira (24), em uma propriedade rural em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, na divisa com a Bolívia.
Nessa operação, dois rapazes, de 27 e 29 anos, foram presos por tráfico de drogas. A droga estava dividida em tabletes, que estavam em 13 fardos.

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Outra grande apreensão ocorreu em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, no domingo (23) e resultou na prisão de cinco pessoas. Aproximadamente 400 kg de pasta base de cocaína estavam em um avião bimotor.
O flagrante foi feito em uma plantação de milho, logo depois do pouso, por policiais militares e policiais federais. Duas pessoas estavam no avião e outras três em uma caminhonete, onde a droga seria transportada. A carga teria saído da Bolívia e parte dela seria vendida em Tangará da Serra.


Quando os policiais chegaram ao local, o piloto tentou levantar voo novamente, mas não conseguiu e foi obrigado a fazer um pouso forçado.

Já no sábado (22), a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal apreenderam 434 quilos de cocaína em um caminhão carregado com milho, na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. O motorista do veículo e os dois homens que faziam a escolta do entorpecente foram presos em flagrante por tráfico de drogas.

 

As apreensões, sendo que a maioria de cocaína, foram feitas pela Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.
Conforme a Polícia Civil, na última quinta-feira (20), 200 kg de maconha foram apreendidos na BR-364, em Cuiabá, em uma ação da Delegacia Especializada de Entorpecentes (DRE), Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Pelo tráfico, cinco pessoas foram presas. A carga saiu de Mato Grosso do Sul.

Foto/Fonte: G1 MT

Dois bandidos morreram e outro foi preso, após tentativa de assalto a agência dos correios da cidade de Poxoréu (MT), na tarde desta quarta­-feira (05).

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Segundo informações, os homens chegaram em duas motos e adentraram na agência, logo em seguida a polícia chegou ao local e onde teve início a troca de tiros.

De acordo com relatos, antes de entrar na agência, um dos bandidos rendeu dono de uma banca de revista que fica na frente da agência dos correios enquanto outros dois entraram. Imediatamente a policia chegou ao local.

Essa já é a terceira vez que o dono da banca é feito refém para que bandidos assaltem a agência.

Nenhum dos 3 envolvidos são de Poxoréu e segundo informações um deles estava sendo monitorado pela Polícia, pois ele teria participação em um assalto que ocorreu em Primavera onde o dono do estabelecimento foi esfaqueado.

O nome dos mortos e do homem que foi preso não foi divulgado. Mais informações em instantes.

Fonte: CliqueF5

Um casal morreu em um acidente na tarde desta segunda-feira (15), na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu após a moto onde as vítimas estavam ser atingida por um caminhão, em uma parte da rodovia que está interditada devido a uma obra para reparos.

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O condutor da moto tinha 37 anos e a esposa dele.

Conforme a PRF, o motorista do caminhão não conseguiu parar e acabou atingindo a moto. Com a batida, o casal foi arrastado por cerca de seis metros. Um carro e um outro caminhão também foram atingidos.

Os motoristas dos outros veículos não ficaram feridos.

De acordo com a PRF, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o casal não resistiu aos ferimentos e morreu no local. As vítimas moravam em Pedra Preta, a 243 km da capital, e deixaram três filhos.

 

 

Fonte/Foto: G1 MT

O pastor da Assembleia de Deus Sebastião Ferreira de Souza, de 57 anos, morto na chacina ocorrida em Taquaruçu do Norte, distrito de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, foi o mais torturado entre as nove vítimas. Os trabalhadores rurais foram assassinados na última quarta-feira (19) em barracos erguidos em uma área rural. Os crimes teriam sido cometidos por um grupo de homens encapuzados. A suspeita é que eles agiram a mando de fazendeiros. A motivação seria uma briga por terras.

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Sebastião foi degolado e tinha vários hematomas pelo corpo, além de um corte com facão na cabeça, informou uma investigadora. "Ainda não sabemos a razão [do pastor ter sido o mais torturado]", disse o coronel Eduardo Henrique de Souza, comandante da PM na região.

Os corpos dos nove homens vítimas da chacina tinham marcas de tortura. Alguns dos trabalhadores foram amarrados e agredidos com enxadas e facões. Sete deles foram mortos com tiros de espingarda calibre 12 e dois com golpes de facão.
Além de Sebastião, as vítimas foram identificadas como Izaul Brito dos Santos, de 50 anos, Ezequias Santos de Oliveira, 26, Samuel Antônio da Cunha, 23, Francisco Chaves da Silva, 56, Aldo Aparecido Carlini, 50, Edson Alves Antunes, 32, Valmir Rangeu do Nascimento, 55, e Fábio Rodrigues dos Santos, 37.


O delegado responsável pelo caso, Edson Pick, disse que há um inquérito em andamento na delegacia de Colniza desde 2016 sobre ameaças que teriam sido sofridas por membros da Cooperativa Agrícola Mista de Produção Roosevelt (Cooperativa Roosevelt), que ganhou reintegração de posse em Taquaruçu do Norte, mas não deu mais detalhes sobre essa investigação.

Ainda não há confirmação de que as vítimas mortas na semana passada fizessem parte dessa cooperativa.

Histórico

O município de Colniza já foi considerado o mais violento do Brasil e m histórico de assassinatos em conflitos agrários. Em 2014, por exemplo, o presidente das Associação de Produtores Rurais, Josias Paulino de Castro, e a mulher dele, Irani da Silva Castro, foram assassinados com tiros e pistola em uma estrada em Guariba, também distrito de Colniza.

A Comissão Pastoral da Terra também diz que famílias do Projeto de Assentamento Taquaruçu do Norte foram em expulsas em 2004 por homens armados. A Justiça deu reintegração de posse para a Cooperoosevelt, que alegou ter área no assentamento chamada Gleba Taquaruçu do Norte, com 42,1 mil hectares. A CPT afirma que, em 2007, 10 trabalhadores foram vítimas de tortura e cárcere privado e três foram assassinados, todos a mando de fazendeiros interessados em extração de madeira.

A igreja católica, por meio da Prelazia de São Félix do Araguaia, disse por meio de nota que as famílias dos agricultores da Gleba Taquaruçu sofrem com a violência desde 2004 e alertou para os riscos de novos massacres. Citou ainda outros conflitos na região, como os da fazenda Magali, desde 2000, e o conflito na gleba Terra Roxa, desde 2004.

Reforços

Por causa do clima de medo, a segurança na região de Colniza foi reforçada. Uma equipe dos policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi enviada ao local para ajudar na busca dos criminosos.

A Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso disse que mandou uma força-tarefa para trabalhar no caso, com 32 profissionais, sendo 19 policiais militares, quatro policiais civis, três bombeiros, quatro peritos e dois pilotos do Cioaper (Centro Integrado de Operações Aéreas).

Fonte: G1 MT

O grupo JBS – investigado na Operação Carne Fraca, da Polícia Federal – anunciou a concessão de férias coletivas de 20 dias a funcionários de quatro plantas frigoríficas localizadas em Mato Grosso.

Além das unidades mato-grossenses, um frigorífico em São Paulo, três em Mato Grosso do Sul, um em Goiás e um no Pará também deverão reduzir o número de profissionais em atividade.


A JBS não revelou, no entanto, quantos funcionários serão atingidos com a determinação.

Por meio de nota, a empresa afirmou que a medida se fez necessária em razão dos embargos anunciados à carne brasileira, por parte dos principais países que importam a proteína animal.

Além disso, segundo a nota, o grupo afirma que registrou uma retração nas vendas de carne bovina no mercado interno desde a deflagração da Operação Carne Fraca, no dia 17 de março.

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“A companhia esclarece que é imprescindível ajustar os volumes de produção para normalizar os níveis de estoques de produtos destinados ao mercado interno, assim como reescalonar a programação de embarques de produtos para os clientes do mercado externo que ficaram represados durante esse período, de forma a não sobrecarregar os sistemas de recebimento e estocagem dos mesmos”, diz trecho da nota.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) revelou que quatro dias após a deflagração da Carne Fraca a média diária de exportação de carnes que era de US$ 63 milhões, caiu para US$ 74 mil.

Em Mato Grosso, embora nenhum frigorífico tenha sido alvo da operação, os prejuízos também foram sentidos pelo setor, segundo o Sindicato da categoria.

“É difícil falar em números, porque nós não temos acesso ao balanço individual de cada empresa, mas com certeza Mato Grosso deixou de exportar muita coisa e deixou de abater porque não tinha como escoar a produção. Então, isso prejudicou tanto a indústria quanto os produtores”, avaliou o presidente do Sindifrigo, Luiz Antônio Freitas Martins.

Em Mato Grosso, o grupo JBS informa em seu site que possui 24 plantas, entre unidades de processamento de bovinos, de confinamento de bovinos, de couro, centros de distribuição e unidades e centros de distribuição de aves.

Entre as marcas comercializadas pela JBS estão a Friboi, a Seara e a Maturata.

Leia a íntegra da nota divulgada pela JBS:

A JBS informa que concederá férias coletivas de 20 dias, a partir da próxima segunda-feira (3/4), para dez de suas 36 unidades de abate de bovinos no Brasil - uma em São Paulo, três em Mato Grosso do Sul, uma em Goiás, quatro no Mato Grosso e uma no Pará. As férias coletivas podem se estender por mais dez dias.

A medida é necessária em virtude dos embargos temporários impostos à carne brasileira pelos principais países importadores, assim como pela retração nas vendas de carne bovina no mercado interno nos últimos dez dias.

A companhia esclarece que é imprescindível ajustar os volumes de produção para normalizar os níveis de estoques de produtos destinados ao mercado interno, assim como reescalonar a programação de embarques de produtos para os clientes do mercado externo que ficaram represados durante esse período, de forma a não sobrecarregar os sistemas de recebimento e estocagem dos mesmos.

A JBS ressalta que está empenhada na manutenção do emprego dos seus 125 mil colaboradores em todo o Brasil.

 

Fonte: MidiaNews

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