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Os fãs de Marília Mendonça estão na maior expectativa para os próximos lançamentos da cantora sertaneja. Isso porque a rainha da sofrência anunciou esta semana o fim de seu noivado com o empresário Yugnir Ângelo após quase dois anos de relacionamento.

Com isso, os internautas têm compartilhado em suas redes sociais suas expectativas sobre um próximo hino da sofrência. Ou até um álbum só nessa linha que acompanha hits de cantora com frases como “Eu só queria ter você por perto, mas você sumiu”, “o preço que eu pago é nunca ser amada de verdade” e “quem nunca amou, nunca vai entender essa loucura que eu sinto por você”. 

A própria cantora tem postado trechos de suas músicas desde então. Em um deles, chegou a incluir o refrão de “Saudade do meu ex”. E, claro, os internautas não perderam tempo com comentários como: “Marília Mendonça sofrendo com Marília Mendonça. Gente como a gente!”.

Um internauta escreveu “gente ela ta sofrendo muito ouvindo Marilia Mendonça”. Outra chegou a dizer “Marília Mendonça vai matar todo mundo agora” e finalizou com “Prevejo que com as próximas músicas da Marília Mendonça muitos arrastarão os chifres no asfalto”. 


Fonte: 
Ego.com

Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. A filha do humorista, Isabela Silvino, também usou as redes sociais para falar sobre a morte do pai. “Amigos, obrigada por todas as mensagens. Ainda estou naquele processar isso tudo. Mas posso dizer que ele foi bem. Sem sofrer.”, afirmou.

O artista estreou na TV Globo em 1966, apresentando o Canal 0, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV.

Paulo Ricardo Campos Silvino cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. Paulo Silvino também mostrava talento para a música, revelado durante as aulas que tinha com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino. 
Filho de Silvinmo lamentou a morte em redes sociais (Foto: Reprodução / Facebook)Filho de Silvinmo lamentou a morte em redes sociais (Foto: Reprodução / Facebook) 

“Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo. 

Paulo Silvino no Zorra Total, em 2010 (Foto: Blenda Gomes / TV Globo / Arquivo)
Paulo Silvino no Zorra Total, em 2010 (Foto: Blenda Gomes / TV Globo / Arquivo) 

Vida artística

Autor de bordões que não saem da boca do povo, Paulo iniciou a carreira no rádio, mas já nos anos 1960 se juntou ao elenco da TV Rio. Entre idas e vindas na Globo, estrelou Balança Mas Não (1968) e teve destaque nos programas humorísticos Faça Humor, Não Faça Guerra (1970), Uau, a Companhia (1972), Satiricom (1973), Planeta dos Homens (1976), e Viva o Gordo (1981). Em Zorra Total (1999), seu personagem Severino (que analisa “cara e crachá”) se tornou popular.

 

Paulo Silvino, no papel de Severino, posa para foto com Thalita Carauta e Rodrigo Sant'anna durante gravações do programa Zorra Total em setembro de 2011 (Foto: Renato Rocha Miranda/Globo)
Paulo Silvino, no papel de Severino, posa para foto com Thalita Carauta e Rodrigo Sant’anna durante gravações do programa Zorra Total em setembro de 2011 (Foto: Renato Rocha Miranda/Globo)

Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Na adolescência, ele se apresentava como crooner de um conjunto de rock, acompanhado por músicos como Eumir Deodato (acordeon), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria).

Seu lado cômico já se manifestava durante os números do quarteto. Quando cantava Singin’ in the Rain, por exemplo, costumava abrir um guarda-chuva no palco. A primeira performance profissional aconteceu em 1956. Anunciado como Paulo Ricardo, para evitar associações com o pai, cantou dois sucessos de Little Richards para a platéia do Programa César de Alencar, na Rádio Nacional. Durante a apresentação, rasgou as próprias roupas e, apoteoticamente, comeu o medalhão de “ouro” que estava usando, na verdade, um biscoito pintado de amarelo. 

Na década de 1970, o comediante trabalhou nos programas Faça Humor, Não Faça Guerra (1970), Uau, a Companhia (1972), Satiricom (1973) e Planeta dos Homens (1976). Deixou sua marca como intérprete de personagens lunáticos e criou bordões absurdos como “Ah, eu preciso tanto!”, “Eu gosto muito dessas coisas!”, “Guenta! Ele guenta!”, “Ah, aí tem!” e “Dá uma pegadinha!”. 



fonte: Agora MT

 

Com o espetáculo "Mato Grosso Dançando o Brasil", o grupo Flor Ribeirinha, de Cuiabá, se sagrou campeão no Festival Internacional de Arte e Cultura, na Turquia (18°Festival Buyukçekmece). O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Cultura, Esporte e Turismo Francisco Vuolo neste sábado (5) em sua página do Facebook. O grupo completa 24 anos de existência em 15 de setembro. Ele foi idealizado e é comandado por dona Domingas Leonor

No post, Vuolo parabeniza a comunidade ribeirinha do São Gonçalo Beira Rio que levou o Siriri e a história da tradição mato-grossense o mundo. "Uma linda história e exemplo de determinação, crença e vontade de vencer que, com certeza, servirá como referência para quem acredita nas tradições tricentenária do povo Cuiabano", ressalta o secretário.

O grupo apresentou também o Boi Bumbá, uma manifestação nascida em Parintins, que mostra a disputa entre os bois Garantido e Caprichoso. A representação foi feita por meio de uma celebração indígena, com a presença dos bois, da sinhazinha da fazenda, a rainha do folclore cunhã poranga e o pajé. No final do espetáculo, o grupo dançou no ritmo do samba, oriundo do Rio de Janeiro, considerado uma das principais manifestações culturais brasileira.

Antes de embarcar para Instambul, a fundadora e presidente do Flor Ribeirinha, Domingas Leonor, frisou que a viagem à Turquia está sendo possível devido à atuação no Festival de Cheonan World Dance, na Coreia do Sul, onde o grupo conquistou o vice-campeonato mundial. Como resultado da premiação, foi selecionado para o Festival da Turquia.

O festival começou em 26 de julho e segue até terça (8) e conta com a participação de 97 grupos de vários países. 

 

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